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Novas páginas: as animações que fiz

Finalmente, minhas animações foram postadas aqui no blog. São duas, apenas, já que ainda não consegui converter minha animação em Flash para algo que o YouTube entenda. Quando eu conseguir fazer isto, ela vem direto para cá.

Não esqueça de dar seu comentário. Se você comentar e chamar 7 amigos para comentar também… er… algo MUITO BOM vai te acontecer. Promessa de escoteiro. =)

Até mais!

Demônio: Piercing e Brincos chega ao fim!

Depois de uma sexta e um sábado muito gostosos, e acordei nessa manhã fria de domingo com muita vontade de escrever. Demônio: Piercing e Brincos estava órfão há 3 meses, tadinho, e estava tão perto do final! Então resolvi botar a mão na massa.

O final saiu um pouco diferente do que eu imaginava: a proposta ainda é a mesma, mas a situação toda surgiu na hora, feito mágica. Inspiração é algo incrível, não? Bem, confesso que descanso é outra coisinha mágica que ajuda um bom bocado.

Espero que você gostem do final. Eu havia parado de escrever na parte 14, então se você já tinha lido tudo que eu tinha escrito, é só ler a parte 15. Não deixe de comentar, ou eu mando o Douglas para sua casa para embebedar seu bichinho de estimação. Aposto que ele adoraria.

Quanto a minha vida, tudo está indo bem, na medida do possível. Última semana de faculdade com apenas dois trabalhinhos para serem feitos, o estágio trazendo resultados –até ganhei um aumento! –e algumas idéias fervilhando na cabeça. Quero dar um tempo com os contos e passar a fazer alguns jogos; afinal, é isso que quero fazer da vida. Terminei Duma Key, que é muito bacana, e comecei a ler The Dresden Files, que também é sensacional. De jogo estou terminando Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth, outra coisa ótima. Estou cercado de boas referências!

Tenho um conto pronto aqui, em breve eu posto para você ler.

A propósito, feliz dia dos namorados atrasado, para quem tem namorado/a. Eu não tenho, e infelizmente sou livre para ficar com quem eu quiser. Que barra, hein?! (desculpinha de solteiro)

Abraços!

28/03/2010

Finalmente, estamos chegando perto do final de Demônio – Piercing e Brincos!

Uma das maiores dificuldades de escrever esse conto é a minha escassez de detalhes sobre as épocas nas quais ele se passa. A maior parte do conto acontece em 2006, que está obviamente, mas ainda surpreendentemente, há quatro anos no passado, e já tenho dificuldades de criar um ambiente convincente! Os outros três momentos são 1921, década de 80 e aproximadamente 2002. Senti que o resultado ficou esteriotipado, fruto de uma pesquisa realmente superficial (infelizmente, é o que meus recursos podem oferecer agora). Por isso eu peço: se você sabe mais sobre essas épocas e poder me fornecer links ou informações interessantes sobre como era o mundo naquele momento, desde a política e a economia até a maneira de pensar, eu ficaria eternamente grato.

Por outro lado, estou contente com os resultados, considerando que esses contos são apenas uma primeira versão. Não tenho a pretensão de escrever meus contos apenas uma vez, então vejo no futuro um Demônio – Piercing e Brincos muito mais detalhado, interessante e convincente. Talvez expandido! Quem sabe um futuro livro ou até história em quadrinhos? Como pensou Tiago, “sonhar não mata, não é”?

Enquanto isso, no mundo real, eu continuo lendo Duma Key. Parei por um tempo por ter pegado emprestado com um amigo, o grande Lucas Picoli, os quadrinhos do Lanterna Verde, desde o Amanhecer Esmeralda até o arco atual. Eu já fui chegado em HQs antes e colecionava Spawn do 105 para frente e li do 60 em diante emprestado do meu primo, mas perdi o gosto. Agora, ele está voltando. Sandman! Preciso ler Sandman!

Estou jogando Ace Attorney Investigations: Miles Edgeworth, para DS, e gostando muito. Esses dias terminei Flower no PS3 da empresa, e gostei bastante também. Não vejo a hora de ter God of War III para jogar lá! Ou em casa

“Sonhar não mata, não é”? =D

Eu comecei a twittar novamente, então, se quiser, acompanhe-me seguindo @BrunoDunno. Ah! E siga o @DigitalDead, aka Lucas “Green Lantern Fanboy” Picoli, também.

Boa leitura!

15/2/2010

Eu realmente queria títulos mais inteligentes para essas postagens, algo melhor que a data (já que a data aparece logo embaixo do título). Mas, quem não tem cão…

Hoje Demônio – Piercing e Brincos voltou a ficar interessante, apesar da parte do Julian ainda está estranha para mim. Sei lá… me soa meio pretenciosa. Se você leu a parte 9, poderia me dizer se sentiu o mesmo? Eu gosto muito de comentários, muito mesmo. Principalmente críticas. Contudo, a parte 11, com o Douglas, já é mais atual, então eu acho que me saí melhor. Sem contar que Douglas é um tipo de personagem que eu já conheço melhor. O que acharam do resultado?

Ontem assisti a Monstros vs. Aliens, da Dreamworks. Eu não esperava muito do filme, na verdade, então por isso não fiquei tão decepcionado, mas o filme é fraco demais. O clímax é digno de um longa da Barbie, 90% das piadas são pastelão puro (já está meio difícil ver graça em coisas caindo na cabeça das personagens e elas girando os olhos e caindo, apesar de que eu ainda dou muita risada com Tom & Jerry e Pica-pau :^D) e a animação não é feia, mas deve muito a outras animações, como o próprio Shrek. Enfim, valeu a pipoca.

De leitura, ainda Duma Key, do King. Muito divertido. Ler a obra na língua original é muito melhor. A prova disso é outra obra com o dedo do King: os quadrinhos da Torre Negra. Li o primeiro arco de histórias, The Gunslinger Born, em inglês, e é muito bom, mas The Long Road Home (ou A Longa Estrada para Casa, na tradução que estou lendo) perdeu muito charme. O que antes era só coloquial ficou meio sonso. Pena.

E, no mundo dos jogos, alegria nerd! Terminei Cave Story (Doukutsu Monogatari)! Queria comprar Bioshock, mas minha grana foi toda embora. Maldição.

Espero voltar em breve para escrever mais. Obrigado pela visita!

10/02/2010

Está bem tarde (ou seria bem cedo?), mas eu cheguei a duas conclusões há duas horas atrás: a primeira era que eu não estava disposto a dormir até que eu escrevesse um pouco. A segunda era que se eu não escrevesse naquela hora, não continuar adiando a escrita para sempre.

Então eu escrevi. :D

A primeira coisa que você vai notar, caso esteja acompanhando Demônio – Piercing e Brincos a algum tempo é que as últimas duas partes do texto sumiram. Resolvi fazer isso porque o conto estava indo por um caminho ruim. Recebi comentários de que o texto estava começando a ficar confuso; comentários positivos, aliás (não, isso não é uma indireta para você, Texugo. :D Mais gente me elogiou isso). Na verdade, não havia mágica ou beleza alguma nisso: o conto estava ficando só péssimo, mesmo. Então, resolvi dar um passo para trás e tentar de novo. Espero que gostem das mudanças.

Outra coisa que você pode reparar é que ao invés de “***” separando as partes do conto agora há números. Isso deve te ajudar a se lembrar em qual parte parou de ler. Talvez não faça diferença alguma, também. Mas, hey, no final das contas é sempre bom pôr. E ainda de quebra faz meu texto ficar com uma formatação parecida com A Torre Negra. ;D

Falando em A Torre Negra, estou lendo Duma Key, do Stephen King. Para variar, está sendo ótimo. Ele escreve bem demais. Quem sabe um dia eu chego lá também… O Terceiro Deus, que eu estava lendo antes, é muito legal. O final ficou meio vago, com cara de aha-aí-vem-o-quarto-volume!, apesar de os personagens já estarem um bocado gastos. Aliás, achei que os personagens perderam boa parte do carisma perto do final. Enfim, talvez algum dia eu seja um bocadinho arrogante e faça uma resenha, tendo como base meu fantástico repertório de uma dúzia e meia de livros lidos. =’(

Estou usando o Windows Live Writer para escrever meus posts agora. Programa genial. E não é que a Microsoft dá algumas dentro! Aliás, Windows Live Messenger é um vício meu. =) Obrigado, Gates, por devorar 70% do meu tempo útil.

Tomara que eu volte à escrita em breve! Agora com a descrição dos três amigos do Wagner, o conto ganhou um fôlego extra. Espero que goste.

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24/1/2010

Demônio – Piercing e Brincos, mais uma vez.

O conflito do conto começa a se formar… acharam que era tudo só festa? Para dizer a verdade, em parte, eu também achava. Quando comecei o conto, apenas um demônio sem nome e sem vergonha existia, sendo assediado em uma boate porque esse era seu trabalho. O conto cresceu muito desde então, e continua crescendo. Tenho bastante carinho por ele; espero não cometer nenhuma besteira até seu final.

Falando em final, cheguei até o último volume de Negima lançado no Brasil, por enquanto, e cheguei na metade de O Terceiro Deus. Ficando cada vez mais divertido!

Espero continuar com o bom ritmo de postagens, e que consiga terminar Dêmonio antes da volta às aulas.

21/1/2010

Mais um trechinho de Demônio – Piercing e Brincos.

Escrever realmente dá trabalho. Essas poucas dezenas de linhas levaram uma hora e meia na prática (dias, na teoria) para serem criadas. E quanto mais longe se chega, mais complicado fica. Pela primeira vez nesse conto joguei uma cena inteira fora, não por ter ficado chata, mas por ter ficado incoerente.

Três novos demônios surgiram nesse trecho, três personagens que eu gosto bastante: Celia, Douglas e Julian. Celia é forte e firme, e não é uma súcubo gostosona, o que eu acho completamente possível. Julian é um demônio cabeça dura, fixado no trabalho, como eu acho que os demônios, se existirem e realmente nos influencie, devem ser (porra, é um trabalho que exigiria muita dedicação. A preguiça humana os contagiaria muito fácil.) E Douglas… bem, acho que quem me conhece sabe de onde o tirei.

Ultimamente ando lendo duas coisas: O Terceiro Deus, livro do Leonel Caldela, e Negima!, do Ken Akamatsu (mangaká de Love Hina).

O Terceiro Deus é divertido: um livro de high fantasy mais adulto (há até palavrões, dá para acreditar?! ;D) e bastante criativo. A história se passa no cenário de RPG brasileiro “Tormenta”, que possui muitas características bacanas. Algumas descrições são longas demais (ok, Caldela, nós já entedemos que a Tormenta não deixa as coisas bonitas. ;D) e não existe um diálogo que não termine com uma frase de efeito, mas algumas personagens e situações cativam por quebrarem os arquétipos dos personagens do gênero. Seja isso feito apenas para esse propósito ou não, o que importa é que o livro é interessante, principalmente para um jogador de RPG como eu.

Negima, apesar do conteúdo ecchi opa-cai-ai-tô-mostrando-minha-calcinha que chega a ser sonso, é muito bacana. Todos os volumes vêm com um glossário explicando detalhes sobre a magia, o que além de costurar bem os elementos mágicos, ainda trás uma porrada de informações bacanas… quem diria que eu acabaria aprendendo sobre Paracelso lendo mangá? Fora isso, o drama é bem feito: o mangá consegue contornar vários clichês criando personagens consistentes, com dúvidas plausíveis. Mas, no final, todo mundo é bizarro e termina em roupas de baixo. Enfim. ;D

Fiz um formspring! Sintam-se livres para me fazer perguntas. E me sigam no Twitter: sempre que há novidades, vocês podem ficar sabendo por lá.

Espero que gostem na última atualização de Demônio. Assim que terminar esse conto começarei outros dois. “E o Ricardinho, Bruno?” Bem, acho que O Palhaço do Escritório 144 vai ficar parado por mais um bom tempo ainda.

28/12/2009

Primeiro dia de folga. Esquina de 2009 com a 2010. Mais 3 dias e esse ano acaba. Incrível como o tempo voa, huh?

Hoje Demônio: Piercing e Brincos avançou mais um bom bocado. Surgiu uma nova personagem, Raquel, que espero que seja divertida para vocês. Ela é, basicamente, o Wagner de calcinha. Espero que a personalidade dela tenha um mínimo de marcante.

O conto está entrando na reta final. Não sei ao certo como as coisas vão acontecer, mas tenho noção do que quero que aconteça. A escrita é algo bem orgânico. Acho que é por isso que eu gosto tanto.

Ah! Hoje, Wagner e sua putaria toda foi parar no Recanto das Letras. Não consegui achar a categoria certa para a publicação, então escrevi no começo do conto que “há referências a sexo, drogas e álcool. Leitura indicada para maiores de 18 anos”. Espero que eu não seja enxotado do site. Também quero postar algo no bookees, que tem um design bem bacaninha: ele cria um livro virtual, com páginas e etc. Não sei se é uma comunidade lá muito grande, mas acho que é uma boa oportunidade. Na dúvida, aproveite todas as oportunidades, certo?

É o que o dragão do Um papo com o dragão diria.

Para quem quiser dar uma visitinha ao Wagner no Recanto:

http://recantodasletras.uol.com.br/contosdefantasia/2000235

19/12/2009

Finalmente estou de férias. A luta daquele Bruno “avassaladoramente cansado” valeu a pena. Primeiro salário gasto, trabalhos finais entregues; cá estou, feliz e descansado graças àquele Bruno que não desistiu e pensando no Bruno que está por vir.

Hoje consegui reunir coragem e tempo para continuar “Demônio – piercing e brincos”. Já tinha escrito mais uma parte dele (a parte do ônibus), mas esqueci completamente de postar algo aqui. A parte do ônibus foi muito divertida: eu não esperava que ela fosse ficar tão grande. No final das contas, ela fala muito mais sobre os poderes de Wagner do que a cena da boate, que é mais uma cena impactante do que explicativa. Tudo bem: acho que o conto está balanceado. Pelo menos, estou me divertindo pra caralho. Ah! Quem me conhece há mais tempo com certeza pegou a referência clara ao livro/conto/história/whatever que me empolgou a escrever: Loghan e Sara. O leprechaum Cataespirros ainda é um favorito do pessoal. Quero escrever uma história com ele e com aquele pessoal da L&S (“Novidades na L&S!” Ah, saudades…), mas não agora. Primeiro, vou terminar o conto.

A cena de hoje foi a do Ibirapuera. Eu adoro aquele lugar e ele não poderia faltar num conto passado em São Paulo, principalmente focado na Paulista e seus arredores. Estou pegando o costume de pesquisar, também. Poxa, eu não sabia que aquela de uma das entradas era do Pedro Álvares Cabral, apesar de ter passado horas por ali. Pensei que a Velha seria uma personagem mais bem elaborada, mas, hey, ela cumpriu seu papel. Mendigos são fascinantes (apesar de seu estado ser desumano) e tenho idéias para personagens mendigos em quase todas as minhas histórias. Eles são tão urbanos quanto concreto ou poluição, tão essenciais ao meu estilo quanto magia é para a high fantasy.

Na verdade não. Eu só gosto muito, mesmo. Afinal, um dos meus amigos é mendigo (quem não entendeu, tenha vergonha na cara e pesquise Caindo de Pau no google).

Uma das coisas com que eu resolvi tomar mais cuidado hoje, apesar de ter reparado no problema há um bom tempo atrás, foi a minha mania de “e”. Revisando “Demônio” eu reparei na quantidade idiota de “e” após vírgulas, pontos finais e no começo de parágrafos. Muito provavelmente, Um papo com o dragão deve estar lotado deles. Preciso revisá-lo, preciso revisá-lo!

Enfim. É bom estar de férias. Também é agradável escrever um diário e ler é ainda mais agradável. Estou curtindo, estou curtindo.

04/11/2009

Assim como uma máquina, minha imaginação só precisa de um interruptor ser ligado, uma chave ser virada, um circuito ser fechado, para começar a funcionar. E o domínio sobre esse operador é público: absolutamente tudo tem liberdade de botar as engrenagens de minha imaginação para rodar, a qualquer hora, em qualquer lugar. Não estou tomando créditos, julgado que apenas eu funciono dessa maneira, claro: é que eu só entendo da minha imaginação.

O maquinário imaginativo instalado dentro do meu cérebro está ali desde que eu era bastante criança, e sempre funcionou intensamente. Quando eu ia ao cinema, mergulhava tão fundo na catarse que, quando eu saia, a sensação era a de ser dono de um novo corpo; depois de Homem-Aranha (lembro como se tivesse sido hoje), sair voando por aí pendurado em teias parecia estar apenas à distância de um apertão na palma da mão. E logo a imaginação ia mais longe; não bastava me pôr no lugar do Peter Parker. Eu imaginava como seria EU, o garotinho da oitava série, virar o homem-aranha. “Como eu faria para sair no meio de uma aula sem ninguém desconfiar? Eu esconderia da minha família? Quem, e como, seria minha Mary Jane?” Era diversão por dias.

Ultimamente, porém, estas engrenagens não estão mais tão lubrificadas assim. Estou tão avassaladoramente cansado que pensar está incomodando. A inspiração vem, mas é barrada; a maquinaria está rangendo. O que é muito triste. De todas as minhas qualidades, a que mais gosto (e sempre gostei) é a minha criatividade, e pouco a pouco fico com menos espaço para deixá-la trabalhar. O que será dela daqui a pouco, quando não tiver tempo nem de postar esses factóides do meu dia-a-dia? Deuses, quando terminarei Demônio – piercing e brincos?

Ao menos estou conseguindo ler, obrigado-sai. Estou a apenas 600 páginas de saber como o ka-tet de Roland termina sua aventura. Já foram tantas centenas delas! A Torre Negra é a melhor série de fantasia que existe. E definitivamente, meus personagens favoritos são Jake e Oi. Um garoto de 12 anos pistoleiro e com poderes psíquicos (pode ser chamado assim?) e seu animal de estimação, quase uma parte da sua alma? Não tem como não gostar. E é terrível como o Kingsabe que os leitores gostam de Oi: vira e mexe ele põe o zé-trapalhão em perigo mortal e faz você soltar um “não…” frouxo, na esperança de que vai estar tudo bem, foi só um susto, Oi estará bem como sempre esteve, Ake-Ake, etc.

Não vejo a hora de ter tempo para fazer a manutenção necessária e poder ouvir o ronronar suave das engrenagens soando novamente na minha mente. Até lá, Wagner e Ricardinho terão que esperar em seus devidos espaço-tempos, até que o deus deles ter tempo de criar o resto de seus destinos.

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